Inocência
Levantava as calças, remexia o cabelo, moleque com o olhar que se dizia ingênuo, mas era ansioso, antes pelo sorriso, ora pela pupila que se abria em bocarra sussurrando que era eu, e eu era tudo isso, matreiro que sou. Que dó! ...quietinho. Desciam as calças, suava o cabelo, lânguido com o olhar que se dizia extasiado, mas era esperançoso, antes pelo repor, ora pelo abraço que se desfazia em cordame sufocando que somente eu, e eu merecia tudo isso, abençoado que sou. Tão só!
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