Mar e falésia, falésia e mar,
Quem diria que o amor ainda há.
Por mais que as ondas se chocassem
De explosão, extraía-se contato, energia e emoção.
Do agito, do balanço, da harmonia e dos conflitos,
Onde vagueiam caravelas e sonhos, aventuras e esperanças,
Avista-se um fim, por vezes provável, por vezes certeiro,
Unindo êxtase e tristeza, fuga e vida, ilusão e escuridão.
Do confronto, do impacto, do transtorno e da revolta,
Vira e em meia volta, calma, saudade, mansidão, tranqüilidade
E a dor atrás, constante, pulsante
Com o tambor à frente, ritmado, visível e feliz
Atira-se ao mar, molha-se de sensações
Nada velozmente, e esquece da tormenta.
Falésia e mar, mar e falésia
Quem diria que o amor ainda resta!
Atira-te, agora que es sereio, nesse mar... vai-te depressa, sabes melhor que eu que a vida eh curta. Boie nesse azul e pode deixar que essa tua onda vai dar num canto bom. Vai e ame!
ResponderExcluirgabriel | Email | 24-10-2003 15:11:18
Como ta na faculdade? ta gostando mesmo? Gostei muito desse post...profundo! Bjos
Julia | 05-09-2003 13:31:23