terça-feira, 19 de maio de 2009

Sábado, Agosto 16, 2003

Que subam nuvens, e que a névoa entonteça.
Que a fumaça inebrie, como o cheiro forte do metal
Que mundos desabem e que balas tilintem
Enquanto houver o caos, a razão está a salvo.

Que o vermelho inunde o meu rosto
E que a cor púrpura tinja teu peito
Que haja explosão, erupção
Enquanto houver dinâmica, o amor está a salvo.

A confusão, Perdido, é a glória da nossa vida
Sem ela, não há sentido,
Sem ela, não há direção

Pois se há um sentido desnecessário, vês que esse sentido é a visão
Se vives assim desorganizado,
Glorifica-te como esse soneto, perdido na confusão.

Um comentário:

  1. Le Ensaio sobre a cegueira. Voce vai, ainda mais, crer em seu poema...

    gabriel | Email | 24-10-2003 15:18:13

    George, realmente eu acho seus contos muito longos e raramente eu leio eles com atenção. Quem sabe se você criasse uma seção exclusiva só com contos... Mas mesmo os seus textos mas curtos geralmente não são comentados ou quando são, os comentários não têm relação nenhuma com o texto em questão. Assim, acho que você também deveria disponibilizar no "persona non grata" um fórum. Dessa forma, seus "manifeste-se a respeito" não ficariam falsamente cheios de comments sem relação. O Guestbook é ótimo, mas já está muito cheio. Ah, e por falar nisso, gosteimuito deste poema. Enquanto lia, lembrei de uma frase que ouvi uma vez e dizia que o Caos é o mundo em movimento, em constante construção. Uma casa é uma casa mas uma ruína é um leque de possibilidades.

    Fex | Email | 14-09-2003 20:54:25

    George, faz tempo que não comento, mas ainda entro no teu blog de vez em quando. E esse poema só confirma o que já te disse uma vez: seus textos são uma delícia e vale a pena trocar a necessidade por diversão sempre que posso passar por aqui...! Abraços =)

    Cris | Email | Homepage | 03-09-2003 21:58:28

    Hei, o q foi q aconteceu q vc sumiu de vez, hein mocinho? Num posta mais nada, nem dá notícia sobre a história das praças. Trate de aparecer pra me contar o q aconteceu, embora ache q acabou não dando em nada mesmo. Mas eu quero ouvir isso de vc. Então responda.

    Deza | 01-09-2003 10:47:34

    gerge...por favor dê notícias sobre a história das praças...no q deu aquela tarde de trabalho?

    Deza | Email | 28-08-2003 00:02:09

    Eu leio sempre esse BLOG, apesar de estar no fundo da memória do autor dele ...

    Xyz | 27-08-2003 02:22:51

    hei meu irmaum,do kralho!!!!!!esse soneto,a nossa vida,socidade,tudo so funciona se alguma coisa estiver errada...pq se td estiver perfeito a sociedae vai parar,n vai mais evoluir,ou seja,todo o mundo caira num grande e eterno tedio

    raphael | Email | 21-08-2003 17:37:38

    ei gê.. cara, num sei se vc viu, mas eu assinei seu guestbook e disse q ia tah sempre por aki pra ler seus contos.. bjim!!

    klarinha | Email | 20-08-2003 22:34:34

    poxa... eu gosto dos contos... =( dpois eu comento pessoalmente o poema... bjinho!

    Fê | Email | 19-08-2003 21:52:48

    Na verdade não vou comentar seupoema. Só quero saber no que deu a história das praças.

    Deza | 17-08-2003 16:21:32

    Galera, esse poema demandou um bom tempo para ser feito. Gostaria que vocês o comentassem, se é que alguém ainda entra nesse blog. Vou parar de postar meus contos, pq vi que ninguém lê posts tão grandes mesmo.

    George Lucena | Email | Homepage | 16-08-2003 13:31:33

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