Lembro-me do dia em que fizemos as chaves
Arrumei o seu espaço, falou em trazer o cachorro
Pude ouvir com clareza a vizinhança
Comemorar nossa felicidade -
Até eles aplaudiam.
Você conjecturava sobre onde caberia
E eu, cá dentro, ria, achando bobo que ainda não soubessse
Que não precisava de caber,
Pois estaria o tempo todo junto a mim.
O cachorro por aqui nunca latiu, é verdade,
Como o é que de mim menos se ouve risos do que choros.
Da chave pelo menos posso me recordar tranqüilo:
É com ela que a empregada me visita duas vezes por semana.
Não tenho nenhum comentário a fazer. Apenas qro conhecer vc. Me deram boas informacoes a seu respeito..............88312484.valeu
ResponderExcluirJuan Hussayner | Email | 21-11-2004 19:52:01
Po...vc se supera! Incrível... Saudades! Flw mlk
Aguinaga | 11-08-2004 21:13:20
A Juliana não tem cachorro, e o texto não fala dela, tanto é que ela mora comigo, assim como nunca ouvi falar de cachorro que mia ou gato que late. Esperar um dono de cachorro morando comigo "junto a mim" seria bem estranho, ou estás me estranhando, ô pá? Não falo sobre mim em meus textos, seria devassar de mais uma vida que já tem dos seus problemas sozinha. Leia o texto lendo algo escrito, não ME lendo. O mais lindo da poesia é poder apreciá-la anos, séculos depois sem nunca termos conhecido quem foi o seu autor.
George | Email | 10-08-2004 03:01:32
A Juliana tem cachorro? Ou o cachorro é uma metáfora de gatos, como sugere o René? "Você conjecturava sobre onde caberia(...)Que não precisava de caber(...)Pois estaria o tempo todo junto a mim" O gachorro ou a dona(o) do gachorro? Fiquei confuso :)
Gustavo | Email | Homepage | 10-08-2004 00:32:55
Saudades rapaz... Quando é que você volta? Aqui no Rio as coisas estão pegando fogo... A calourada é totalmente desprovida de pudor. Beijos lésbicos, peitinhos gratuitos, menage à trois (Bundinha, namorada do Bundinha e caloura, atrás da casinha da Polícia Federal. Eu, Mi e Camila presenciamos a cena). Bom, volte logo e apareça no DCE. Muito bom o seu texto. Abraço do fã e amigo, Fernando.
Fernando Samambaia | 09-08-2004 10:48:05
Quem dera eu tivesse ao menos a primeira chave para copiar. (Hoje estou fria; ultimamente ando fria e apática, desiludida de mim mesma. Ninguém me agüentaria assim. Talvez eu tenha perdido até mesmo a minha chave-única.) Não me entenda, amigo George.
Cris | Email | Homepage | 08-08-2004 16:18:08
Vale chorar?
Emilia a filha única | 08-08-2004 12:08:16
Vc está pensando em se casar?
Helena | 04-08-2004 20:17:45
Linda... a minha chave nunca sei por onde anda. As vezes procurar por ela é inútil, por isso continuo a fazer outras, sempre. Mas cópias, são só cópias...
Marana | Email | Homepage | 04-08-2004 12:51:42
Fiquei surpreso tb cara. Pô, você é muito bom com as palavras. Seus textos são muito bons. Vou ficar visitando sempre. Não demore muito a postar novidades. Boa viagem de volta ao Rio. Desculpe a intromissão. Felicidades e um abraço.
Pablo | Email | 03-08-2004 18:40:01
*afinidade
isabella | Email | Homepage | 01-08-2004 14:06:34
Resolvi conferir os seus escritos. Juro como me surpreendi. Nem de longe passava pela minha cabeça que você tivesse tanta afinidades com as palavras. Gostei de ver. Depois passo aqui de novo pra terminar de ler. Ah, vai ficar até quando aqui em Natal? Beijos
isabella | Homepage | 01-08-2004 14:06:12
Qual o cão? Jack ou aquele que faz miau?
Israel Son | Homepage | 31-07-2004 15:04:43