Não sei o porquê de lançar-me à caneta
Se só consolam-me os teus afagos,
Se não sinto quando não em teus braços.
Não sei o porquê de amargurar a solidão
Se esta já está tão bem assentada
Pois de ti, nunca terei nada além de lembranças.
As palavras ditas ao acaso
Não sei o porquê de ouvi-las como sussurros
De ignorar a diferença do simples saudar para o amar.
E é a ignorância, disso eu sei,
Que me põe assim,
Feliz, por ver que a tristeza vem de ti
- algo tão belo, e que tomo assim por tão meu,
mesmo que só eu saiba.
viver a alegria e escrever a tristeza... contente-se com teu destino!
ResponderExcluirgabriel | Email | 24-10-2003 15:27:59
Muito foda Gê...foda mesmo!!!! Beijocas eu
Stéphie (eco) | 30-09-2003 23:40:50
Ai,lindo esse texto!Cada vez mais estou gostando do seu blog(já não consigo ficar sem olhar sempre... hehehe)!!!Tem problema se eu copiar e mostrar pra outra pessoa?
Rafaela | 01-08-2003 20:26:13
George, adorei esse seu novo poema ou poesia. Eu acho que eu gostei de todos que eu li. Eu só tenho uma pergunta: de onde você tira tanta inspiração para fazer escrever essas coisas tão lindas? :)
Helena | Email | 23-07-2003 19:25:24
George, muito bonito esse teu post; realmente perfeito. Continue assim, sempre.
tiago | Email | 23-07-2003 09:18:18