Desejo a minha entrega com meu amor e rosto de menino. Desejo o desvario amplo, dos que cabem em nosso beijo. Quero é que faltem olhos, se te olhar for todo o meu problema; quero o fim do meu poema, o termo dos tolos, a vontade de ter medo.
De ti não desejo nada: tenho-te já num pronto. O que me falta - o que maltrata é que me tenho tanto - é dar-me para ti, pois sou inteiramente teu.
muito, muito, muito bom mesmo, cara... um abração, velho.
ResponderExcluirSolano | Homepage | 21-07-2004 16:06:23
George, a bonfa na verdade adora tudo q vem d vc, ela só ficou implicando com seus poemas pq ficou com ciúme de tantas mulheres elogiando vc no seu blogger!!!hahahahaha bjs
pat melo | 03-07-2004 21:51:01
cadê o livro q até agora n saíu ???!! tô esperando!! bjão
carla | Email | 02-07-2004 00:26:36
porque vc naum leu o de baixo neh mari......sem comentarios george..........to zuando......eu to comecando a gostar dos seus poemas........eles sao ate bonitinhos , de uma certa maneira......ahahhahaha
pat | Email | 30-06-2004 21:20:51
Parece que já vi algo/alguém muito parecido com isso aí... hehe Tá lindo!! Parabéns! Beijo
Helena | 28-06-2004 08:08:52
Interessante o poema - e muito me lembra o Cazuza, com seu jeito simples de dizer que ama alguém e que o assume de corpo e alma... Abração e brigada por toda a força que tem me dado lá nos comentários do Nada de Novo no Front =)
Cris | Email | Homepage | 26-06-2004 22:27:28
a verdadeira falta é da troca de corpos, pensamentos e emoções. coisas em extinção.
Gaudério San | Email | Homepage | 24-06-2004 09:41:06
mmm george, essa conotação de dar-se entra na de Djavan q estavamos discutindo hj ?heheeh beijos
*Marizinha* | 23-06-2004 23:30:44