quarta-feira, 27 de maio de 2009

Terça-feira, Junho 22, 2004

Desejo a minha entrega com meu amor e rosto de menino. Desejo o desvario amplo, dos que cabem em nosso beijo. Quero é que faltem olhos, se te olhar for todo o meu problema; quero o fim do meu poema, o termo dos tolos, a vontade de ter medo.
De ti não desejo nada: tenho-te já num pronto. O que me falta - o que maltrata é que me tenho tanto - é dar-me para ti, pois sou inteiramente teu.

Um comentário:

  1. muito, muito, muito bom mesmo, cara... um abração, velho.

    Solano | Homepage | 21-07-2004 16:06:23

    George, a bonfa na verdade adora tudo q vem d vc, ela só ficou implicando com seus poemas pq ficou com ciúme de tantas mulheres elogiando vc no seu blogger!!!hahahahaha bjs

    pat melo | 03-07-2004 21:51:01

    cadê o livro q até agora n saíu ???!! tô esperando!! bjão

    carla | Email | 02-07-2004 00:26:36

    porque vc naum leu o de baixo neh mari......sem comentarios george..........to zuando......eu to comecando a gostar dos seus poemas........eles sao ate bonitinhos , de uma certa maneira......ahahhahaha

    pat | Email | 30-06-2004 21:20:51

    Parece que já vi algo/alguém muito parecido com isso aí... hehe Tá lindo!! Parabéns! Beijo

    Helena | 28-06-2004 08:08:52

    Interessante o poema - e muito me lembra o Cazuza, com seu jeito simples de dizer que ama alguém e que o assume de corpo e alma... Abração e brigada por toda a força que tem me dado lá nos comentários do Nada de Novo no Front =)

    Cris | Email | Homepage | 26-06-2004 22:27:28

    a verdadeira falta é da troca de corpos, pensamentos e emoções. coisas em extinção.

    Gaudério San | Email | Homepage | 24-06-2004 09:41:06

    mmm george, essa conotação de dar-se entra na de Djavan q estavamos discutindo hj ?heheeh beijos

    *Marizinha* | 23-06-2004 23:30:44

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